sábado, 18 de abril de 2009

WDS 2004

World Dog Show 2004 - Rio de Janeiro - Brasil O último ano em que compareci em pistas expondo a raça Fox Paulistinha (Terrier Brasileiro), no WDS, 18 de abril de 2004. Despedi-me no campeonato mundial, obtendo com o exemplar que carrego em meus braços, Naná do Taboão, apelidada de Isabel, a classificação Best in Show (BIS) na raça, isto é, campeão mundial da raça, julgada por Marcos Hotz, comigo na foto.

Nesse dia estava muito triste pois fazia pouco tempo que minha mãe havia falecido. Fiz questão de comparecer e "pendurar as chuteiras" nas exposições mundiais quando ela realizou-se no País de origem da raça: este Brasil brasileiro.

Mesmo assim, meu canil, o canil Taboão, continuou representado nas exposições por pessoas que compraram meus filhotes e que tornaram-se minhas amigas. O canil Taboão, entre tantos títulos, soma 19 de Campeão Mundial. Em 2004 o primeiro Campeão do Mundo da raça, Pinguim do Taboão, tinha 13 anos de idade.






A simplicidade dos campeões: todos desgrenhados na foto, eu pelo menos e os 2 exemplares que foram o BOB (best of breed - melhor da raça = Isabel) e o BOS (best of opposite sex - melhor do sexo oposto = desculpe não lembro o nome, mas o criador é o Mauro), levantando a bandeira brasileira, como sempre fizemos nas pistas européias.
(photos = by Vito)

3 comentários:

Marcos disse...

Ola Marina
Adorei as fotos.
Te mandei uma mensagem no seu private e-mail.
Me responda quando tiver um tempinho.
Tambem descobri que voce tem um link que fala sobre voce e tem tambem fotos dos meus caes.
A mulher eh chamada de Ria Horter e ela escreve artigos em revistas de caes na Europa. O pais eh Netherlands e a lingua eh o Dutch.
Abracos
Marcos Hernandez

marina vicari lerario disse...

Oi Marcos, respondi seu e-mail. O link é aquele em q peço desculpas por não saber em que lingua está escrito? Thanks?

Anônimo disse...

Porque a senhora "pendurou as chuteiras"? Uma personalidade única como a senhora que criou esta raça com tanta dedicação e a fez reconhecida no mundo afora (acompanhei através do Vito) não pode parar. Sergio.